Era, exatamente, Ela
Então, estive estagnado, estranhamente... até entender que toda espera escrevia esse encontro.
Estava estagnado, estranhamente exausto; ela exuberante existiu.
Entreguei emoções, encontrei esperança, experimentei êxtase.
Ela emanava encanto, espalhava elegância, exalava essência.
Entre encontros efêmeros, escolheu existir.
Em exatas expressões, enfeitava existências; em enlace, eternizava emoções.
Esqueci escuridões, eliminei estremecimentos, enxerguei exuberância.
Ela era equilíbrio, era energia, era extraordinária.
Estendia esperança enquanto eu erguia expectativas.
Eram estremecimentos, eram estremas emoções, eram eternos encantamentos.
Ela, em existir, encontrei exatamente esse extraordinário estado: estar, eternamente entregue.
Essa, era ela.
E era, Exatamente, Ela.
E. Mendes, em Goiânia.
Publicado na Edição Sequencial 068
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